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anyabhilasita-shunyam
jnana-karmady-anavritam
anukulyena krishnanu-
shilanam bhaktir uttama
“Uttama-bhakti,
ou devoção pura pela Pessoa Suprema, Shri Krishna, implica em
se prestar serviço devocional de maneira favorável ao Senhor. Este
serviço deve estar livre de qualquer motivação à parte e desprovido
de karma fruitivo, de jnana impessoal e de todos os
outros desejos egoístas.” (bhakti-rasamrta-sindhu, 1.1.11)
Uttama
quer dizer “último, superior”. Bhakti literalmente quer dizer
“devoção”. Este verso acima se refere ao estágio último de bhakti-yoga.
A palavra yoga possui diversos significados, literais e
holísticos. Encaremos yoga em seu significado literal,
“união” (advindo do yuj, “juntar, unir”). Desta maneira,
bhakti-yoga é o processo científico através do qual o bhakta,
ou o “praticante de bhakti”, se une à Pessoa Suprema através
da devoção.
Bhakti-Yoga
é um processo utilizado por diversas escolas filosóficas (dasrshanas)
indianas, onde o bhakta, ou o praticante de bhakti,
visa o asamprajnata-samadhi, estado de liberação onde não há
mais ligação alguma com o prazer mundano, pois o indivíduo é então
transcendental a toda espécie de felicidade derivada dos sentidos.
Tendenciosamente, aqui no ocidente a escola filosófica mais
conhecida e divulgada dentro do ramo do yoga é a escola
Advaita Vedanta, cujo mentor é Shankaracharya.
Shankaracarya é um grande jnani-yogi. Muitos autores
descreveram bhakti através de sua análise. Aqui será abordado
bhakti-yoga dentro da escola acintya-bheda-abheda-tattva,
cujo mentor é Caitanya Mahaprabhu, filósofo indiano da idade
média.
A diferença de
compreensão destas duas escolas acerca de bhakti está em seu
conceito contextual: advaita vedanta quer dizer
“Conhecimento último não-dual”, e acyntya-bheda-abheda-tattva
“Verdade simultaneamente igual e diferente”. Ou seja, na escola
advaita prevalece o conceito monista, da não diferença, onde
“todos somos brahman” (brahman – “espírito, anti-matéria,
aspecto impessoal da Verdade Absoluta”). Na outra escola adiciona-se
a este conceito o conceito dvaita, concluindo que “somos
iguais e diferentes de brahman”.
A conseqüência
desta compreensão é que ao invés de tratar a união à Pessoa
Suprema como “perda da individualidade”, “fundir-se com o todo”,
esta união é em intenção. Na verdade, a realização de que
somos brahman é simplesmente a plataforma de compreensão
espiritual em que, como diz a Bhagavad-Gita, 18.54: “Neste
estado, ele (o sadhaka ou bhakta) passa a me prestar
serviço devocional puro”. Ou seja: há atividade além da
transcendência, e esta atividade é a chamada uttama-bhakti.
Brahman é
apenas uma das três formas de compreensão da Verdade Absoluta.
Vadanti tat tattva-vidas tattvam yaj jnanam advayam/ brahmeti
paramatmeti bhagavan iti shabdyate: “Transcendentalistas
eruditos que conhecem a Verdade Absoluta chamam esta substância não-dual
de Brahman, Paramatma e Bhagavan.” (Srimad-Bhagavatam,
1.2.11)
Brahman é a
compreensão sat (eternidade) da Verdade Absoluta.
Paramatma é a compreensão sac-cit (eternidade e
consciência). Bhagavan compreende sat, cit e
ananda. Ananda significa “bem-aventurança
transcendental”. Esta ananda é expressa através de atividades.
Por esta e outras razões, concebe-se bhagavan como a causa de
todas as causas (sarva karana-karanam, brahma-samhita,
1).
Bhagavan é a
forma Pessoal da Verdade Absoluta, ou seja, além da refulgência
impessoal, além da compreensão localizada desta Verdade, está a
Pessoa adorável. Mais profundamente ainda, diferente da opinião
advaita, esta Pessoa é apenas uma, que se expande em várias. E
esta fonte de tudo é, de acordo com o Brahma-Samhita e
outras escrituras védicas autênticas, Krishna, o recitador da
Bhagavad-Gita, o menino-vaqueirinho que reside em Goloka
Vrindavana. Vide Brahma-Samhita, Bhagavad-Gita,
Srimad-Bhagavatam e outras escrituras autênticas.
Bhakti pura
só é possível quando é direcionada a esta Pessoa Suprema, Krishna.
Isto é de simples compreensão: temos uma relação íntima para com
esta Pessoa, uma relação eterna. Nossa natureza serviçal só é bem
utilizada quando se a utiliza para a satisfação dessa Pessoa. Assim
como, regando a raiz de uma árvore, satisfazemos toda a árvore, da
mesma maneira, satisfazendo Krishna, todos são beneficiados.
Outros semideuses, tais como Ganesha, Shiva, Indra,
Durga, Sarasvati e outras ilustres personalidades
apenas podem auxiliar o indivíduo a alcançar este estágio de
compreensão. Normalmente semideuses são adorados quando o indivíduo
almeja resultados materiais.
Na verdade,
bhakti implica serviço. A palavra adoração refere-se a
prestar respeitos, venerar quem é digno. Na Bhagavad-Gita
6.47, onde Krishna dá Sua opinião sobre quem é o yogi
mais elevado, Ele utiliza a palavra bhajate (shraddhavan
bhajate yo mam), que da raiz verbal bhaj, refere-se
exclusivamente a este serviço. Tecnicamente, este serviço significa
engajar nossos sentidos no “Senhor dos sentidos”, como se diz no
Bhakti-Rasamrita-Sindhu:
sarvopadhi-vinirmuktam
tat-paratvena nirmalam
hrishikena hrishikesha-
sevanam bhaktir ucyate
“Bhakti
significa engajar os sentidos no serviço ao Senhor dos sentidos (Hrishikesha).
Fazendo isto, liberta-se de todas as designações materiais e
purifica os sentidos.”
Assim, os nove
processos de bhakti (shravanam, kirtanam, smaranam,
vandanam, pada-sevanam, dasyam, pujam, sakhyam, atma-nivedana –
ouvir sobre Krishna, cantar Suas glórias, lembrar-se dEle,
orar, adorar Seus pés, tornar-se servo dEle, adorá-Lo, servi-Lo
como amigo e entregar-se completamente à Ele) visam a utilização
integral dos sentidos, incluindo a mente e a inteligência, em
atividades transcendentais.
É importante
salientar que estas atividades são tecnicamente chamadas akarma,
ou atividades que não resultam em reações materiais. Isto porque, ao
entrar em contato com apapa-viddham, ou “aquele que o pecado
não pode tocar; profilático” (Shri Ishopanishad),
automaticamente a atividade torna-se intocada pelos gunas, ou
“cordas materiais”, cordas tais que impulsionam as atividades do ser
condicionado, tornando-o um mero títere: prakriteh kriyamanani
gunaih karmani sarvashah – “ações são feitas, em todos os casos,
pelos gunas da prakriti (natureza material)” (Bhagavad-Gita
3.27). Desta forma, torna-se mais compreensível a análise da
verdadeira liberdade que o yoga possibilita ao ser, ao
contrário do que o conceito de “servo” possa aparentar. A seqüência
do verso citado comprova isto: ahankara-vimudhatma kartaham iti
manyate – “porém, aquele cuja mente está confundida pelo falso
ego pensa: ‘eu sou o karta (executor)’”.
Qual a importância
fundamental de purificar os sentidos? De acordo com a
Bhagavad-Gita 8.6: yam yam vapi smaram bhavam tyajaty ante
kalevaram/ tam tam evaiti kaunteya sada tad-bhava-bhavitah –
“Qualquer que seja o estado de existência de que alguém se lembre ao
deixar o corpo, ó filho de Kunti, esse mesmo estado ele alcançará
impreterivelmente”.
No momento da morte,
os ares vitais entram em colapso, a mente torna-se um turbilhão de
memórias e impressões mentais. Neste estado, o indivíduo vai se
refugiar naquilo que ele mais tinha apego durante sua vida. De
acordo com este apego profundo, com esta impressão mental (vritti)
mais forte, este receberá um novo corpo adequado para tal satisfação,
seja ficar próximo de quem ama, seja ter um corpo favorável para
suprir seu desejo. De acordo com o Padma Purana:
aprarabdha-phalam papam kutam bijam phalonmukham/ kramenaiva
praliyeta vishnu-bhakti-ratatmanam – “Para aqueles que se ocupam
em Vishnu-bhakti, ocupação no serviço devocional à Krishna,
todas as reações pecaminosas – frutificadas, armazenadas, ou em
forma de semente – desaparecem aos poucos”.
Assim, impregnado
por todos os lados de bhakti, o indivíduo, nesse momento
difícil, refugia-se em seu objeto de adoração. Como Krishna
diz (Bhagavad-Gita 8.5): anta-kale c amam eva smaran
muktva kalevaram/ yah prayati as mad-bhavam yati nasty atra
samshayah – “E todo aquele que, no fim de sua vida, abandone seu
corpo, lembrando-se unicamente de Mim, no mesmo instante alcança
Minha natureza. Quanto a isto, não há dúvida”.
Bhakti
está diretamente relacionado com o “estudo das rasas”, ou “relacionamentos”.
Num relacionamento é imprescindível a presença de duas pessoas.
Não é possível se relacionar com um objeto ou mesmo com um
vazio impessoal, porque “relacionamento” significa “troca de emoções”.
Este ponto é muito discutido e cogitado pelos estudantes da
transcendência, pois este estudo só é possível através da aceitação
de que Purusha, a Pessoa Suprema, seja em definitivo uma
Pessoa. Concebendo-O como Pessoa, de acordo com o “oceano nectáreo
de bhakti-rasa” (Bhakti-Rasamrita-Sindhu), estuda-se o
comportamento sugestivo que o bhakta pode vir a tomar para
com este Purusha.
Neste estudo das
rasas, podemos definir cinco formas básicas de relacionamento
para com Purusha:
-
Shanta-rasa,
ou o “relacionamento impessoal”;
-
Dasya-rasa,
ou o “relacionamento como servo”;
-
Sakhya-rasa,
ou o “relacionamento como amigo”;
-
Vatsalya-rasa,
ou o “relacionamento com algum grau de parentesco, como pai ou
mãe”;
-
Madhurya-rasa,
ou o “relacionamento como amante conjugal”.
Aqui é que se
encontram as dificuldades mais profundas de compreensão. Ao estudar
este conhecimento sobre rasas, o indivíduo que não possui uma
orientação fidedigna e autêntica, chamada de guru, ou “mestre
espiritual”, pensa que simplesmente por meditar em um destes
relacionamentos pode assim tê-lo com Purusha. Aí entra na
plataforma prakrita-sahajiya, ou na plataforma onde se pensa
que uttama-bhakti é barato.
Para acabar com
esta patifaria, há todo um processo no qual o indivíduo
primeiramente se qualifica para atingir uma plataforma de serviço
devocional, mesmo que ainda contaminado. Esta prática inicial chama-se
vaidhi-sadhana-bhakti. Chegando a um nível onde o bhakta
inicia um serviço espontâneo, não somente um serviço guiado e cedido
pelo guru, chega-se ao segundo estágio, chamado
raganuga-sadhana-bhakti, onde este bhakta se inspira
através de um serviço feito por algum servo pessoal de Krishna.
Seguindo firme neste serviço, o bhakta pode atingir o estágio
chamado bhava-bhakti, ou serviço extático, onde seu único
interesse é satisfazer este Purusha. Bhava é
considerado como os primeiros raios de Sol da alvorada, ou seja, é o
despertar anunciado de prema-bhakti, amor puro por Krishna.
Seguindo atentamente este processo, observam-se os nove passos do
serviço devocional, prescrito por Rupa Gosvami, grande
filósofo da idade média, discípulo de Caitanya Mahaprabhu:
“No começo, deve-se ter um desejo preliminar para a auto-realização
(shraddha). Com isto, o indivíduo se sentirá inclinado a
associar-se com pessoas espiritualmente elevadas (sadhu-sanga).
Na fase seguinte, ele é iniciado pelo mestre espiritual elevado e,
sob sua instrução, o devoto neófito começa o processo do serviço
devocional (bhajana-kriya). Através da execução do serviço
devocional sob a orientação do mestre espiritual, ele se livra de
todo o apego material (anartha-nivriti), alcança constância
na auto-realização (nistha) e adquire gosto para ouvir sobre
a Personalidade da Divindade, Shri Krishna (ruci).
Este gosto continua propiciando o seu avanço, e ele então desenvolve
apego à consciência de Krishna (asakti), que, ao
amadurecer, manifesta-se como bhava, ou a fase preliminar do
amor transcendental a Deus. O verdadeiro amor por Deus chama-se
prema, a mais elevada etapa de perfeição na vida” (Bhakti-Rasamrita-Sindhu,
1.4.15-16).
Porém, pensando em
Krishna como uma Pessoa, com individualidade, vontade e
desejos próprios, por que Ele daria para se associar com qualquer
um? “Pássaros de mesma plumagem voam juntos”. Assim, quem quer se
relacionar com Krishna deve estar no mínimo na mesma
plataforma de pureza e sobriedade mental que Ele, além de que, se
Ele é a Verdade Absoluta, a Pessoa Suprema, o único Adi-Purusha,
é necessário um “Q.I.”, vulgarmente conhecido como “Quem Indique”. É
importante mencionar aqui a Personalidade Radharani, a
personificação de Sua energia interna. Apenas com Sua misericórdia,
conquistada pela misericórdia do guru, é que o indivíduo tem
a possibilidade de ser apresentado pessoalmente a Krishna.
Todo este processo
é impulsionado pelo mais precioso processo do cantar dos santos
nomes de Krishna. De acordo com o Brihan-Naradiya Purana:
harer nama harer nama harer namaiva kevalam/ kalau nasty eva
nasty eva nasty eva gatir anyatha – “Nesta era de desavenças e
hipocrisia (kali-yuga), o único meio de liberação é cantar o
santo nome do Senhor. Não há outra maneira. Não há outra maneira.
Não há outra maneira”. Nesta era atual, vive-se muito pouco, demora-se
muito para compreender o que é vida espiritual e há sempre
perturbação por várias ansiedades. Assim, com tamanhas dificuldades,
ao invés de encarar a transcendência de uma maneira egocêntrica e
inconseqüente, é necessário um método prático, eficaz e fácil de ser
executado – o cantar dos santos nomes.
Caitanya
Mahaprabhu deixou apenas oito versos escritos, chamados Shri
Shikshastaka, que são glorificações profundas aos santos nomes.
Há um verso no qual ele comprova a força dos santos nomes:
namnam akari
bahudha nija-sarva-shaktis
tatrarpita niyamitah smarane na kalah/
etadrishi tava kripa bhagavan mamapi
durdaivam idrisham ihajani nanuragah
“Ó meu Senhor,
somente Teu santo nome pode conceder todas as bênçãos aos seres
vivos, e por isso possuis centenas e milhões de nomes, como
Krishna e Govinda. Nestes nomes transcendentais aplicaste
todas as Tuas energias transcendentais. Nem mesmo há regras rígidas
e severas para cantar estes nomes. Ó meu Senhor, por bondade,
facilmente nos possibilitas a aproximarmo-nos de Ti por meio de Teus
santos nomes, mas, desventurado como sou, não sinto atração por eles.”
(shri shikshastaka, 2)
Aqui, Caitanya
Mahaprabhu afirma sobre a força dos santos nomes e, tomando a
postura de um devoto comum, expressa sua incapacidade de concebê-los
sem Sua misericórdia. Este ponto faz salientar o ponto que só é
possível atingir o estágio último do Yoga – krishna-prema-bhakti
– através da misericórdia Divina, que é advinda do guru,
o representante de Krishna.
Há três processos
deste cantar: japa-mala, bhajan e kirtan.
Japa-mala literalmente quer dizer “murmurar em contas”. Há um
tipo de rosário no qual há cento e oito contas, na qual o indivíduo
canta os santos nomes. Dentro de bhakti, na linha do Senhor
Caitanya, canta-se o Maha-Mantra Hare Krishna: “Hare
Krishna Hare Krishna Krishna Krishna Hare Hare/ Hare Rama Hare Rama
Rama Rama Hare Hare”. Hare é o vocativo de Hara,
energia interna de Krishna (Shrimati Radharani). “Krishna”,
no vocativo, literalmente quer dizer “aquele que atrai a todos”. “Rama”,
também no vocativo, é um dos nomes de Krishna, que significa
“aquele que tem prazer”, ou “fonte de todo o prazer”. Este maha
(grande) mantra (instrumento para libertar a mente) é o
mantra que Caitanya Mahaprabhu distribuiu a todos. Antes
dele, apenas os brahmanas eram autorizados a cantar este
mantra.
Bhajan e
kirtan estão na plataforma de sankirtan, “canto
congregacional”. No bhajan se utiliza instrumentos melódicos
e rítmicos, onde o público senta-se e recita mantras, como o
maha-mantra e outros que glorifiquem Shri Krishna.
Kirtan é quando, normalmente apenas com instrumentos rítmicos,
canta-se mantras e dança-se perante as deidades adoráveis de
Krishna. Estes e principalmente japa-mala são os
processos fundamentais em bhakti-yoga. Deste processo, é dito
que todos os outros quesitos se desenvolvem. Este cantar é o início,
o meio e o fim do processo.
Caitanya
Mahaprabhu prescreve as regras para se cantar estes santos nomes:
Trnad api
sunicena
Taror ivã sahisnuna
Amanina manadena
Kirtanyah sada harih
“Deve-se cantar o
santo nome do Senhor em um estado de espírito humilde, considerando-se
inferior à palha na rua; deve-se ser mais tolerante que uma árvore,
destituído de todo o sentido de falso prestígio, e deve-se estar
pronto para oferecer todo o respeito aos outros. Em tal estado de
espírito, pode-se cantar o santo nome do Senhor constantemente.” (shri
shikshastaka, 3)
Para concluir, é
importante salientar as quatro práticas principais dentro de
bhakti-yoga, que são:
-
Cantar o santo
nome;
-
ler o
Srimad-Bhagavatam;
-
adorar as
deidades de Krishna ou a árvore sagrada Tulasi; e
-
residir num
local sagrado.
Estas quatro
práticas são as mais importantes a serem executadas, sob a instrução
de um guru fidedigno.
Todo este trabalho
só foi possível devido a misericórdia sem causa de meu mestre
espiritual, Dhanvantari Swami, discípulo de A. C.
Bhaktivedanta Swami Prabhupada. Portanto, encerrando esta
explicação lúcida acerca de bhakti-yoga, ofereço a ele minhas
mais humildes e respeitosas reverências.
Om
ajnana-timirandhasya jnananjana-shalakaya
Chaksur unmilitam yena tasmai shri-gurave namah
“Ofereço minhas
mais humildes e respeitosas reverências a meu mestre espiritual que,
com o archote do conhecimento, abriu meus olhos que estavam cegos
por causa da escuridão da ignorância.”
Texto:
Brahmarsi das adhikari Bh.S.
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