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Sua Viagem
Embora
uma vela acenda ilimitado número de outras velas, cada uma com a
mesma intensidade da primeira, esta ainda permanece a vela original.
Analogamente, embora Se expanda em ilimitadas formas, a Suprema
Personalidade de Deus ainda permanece a causa original de todas
causas. Nos Vedas, essa causa original suprema é chamada de Krishna,
porque Ele possui ilimitadas qualidades transcendentais, que podem
atrair todos os seres vivos.
Há quinhentos anos, essa mesma causa suprema,
o Senhor Sri Krishna, apareceu como Sri Chaitanya Mahaprabhu e
declarou que o cantar de Seus santos nomes, o mantra Hare Krishna,
atravessaria as fronteiras da Índia e se espalharia por todas as
cidades e aldeias do mundo. Passaram-se assim centenas de anos
enquanto os fiéis seguidores do Senhor Chaitanya esforçavam-se para
expandir Sua missão. Todavia, eles ficaram perguntando-se como e
quando a audaciosa predição do Senhor se concretizaria.
Então, no dia 13 de agosto de 1965, poucos dias antes de seu
aniversário de sessenta e nove anos, A.C. Bhaktivedanta Swami -
filósofo, erudito e santo - partiu para os Estados Unidos para ver o
que se poderia fazer. Solicitando uma passagem gratuita a certa
companhia marítima local, ele viajou como o único passageiro a bordo
do pequeno e velho cargueiro chamado Jaladuta. Tinha como pertences
uma mala, um guarda-chuva, uma provisão de cereais, o equivalente a
cerca de sete dólares em moeda indiana e várias caixas de livros.
Quando o Jaladuta aportou em Nova Iorque, trinta e sete dias depois,
Bhaktivedanta Swami estava completamente só. Ele fora para os
Estados Unidos
sem conhecer ninguém, sem absolutamente nenhum meio
aparente de subsistência e com apenas um escasso punhado de posses
que carregara consigo abordo do navio. Não tinha dinheiro, amigos,
seguidores, nem sua juventude, boa saúde ou mesmo uma idéia clara de
como cumpriria seu extraordinário objetivo - apresentar o
conhecimento espiritual dos Vedas a toda sociedade ocidental.
Numa poesia escrita em bengali logo após sua chegada, Bhaktivedanta
Swami expressou sua humilde fé no Senhor Sri Krishna e a instrução
especial de seu próprio mestre espiritual, que o instigara a
difundir os ensinamentos da consciência de Krishna em todo o mundo:
"Meu querido Senhor Krishna...Como farei com que compreendam esta
mensagem da consciência de Krishna? Sou muito desventurado,
desqualificado e o mais caído. Portanto, busco Sua bênção de modo
que possa convencê-los, pois não tenho poder para fazê-lo por conta
própria. Tenho certeza de que, quando esta mensagem transcendental
penetrar em seus corações, eles decerto se sentirão contentes e
assim se livrarão de todas as condições infelizes da vida."
Essa poesia foi escrita dia 17 de setembro de 1965. Pouco mais de
doze anos depois, dia 14 de novembro de 1977, Bhaktivedanta Swami
partiu deste mundo, na Índia, com oitenta e um anos de idade. O que
aconteceu nesses doze anos? O que Bhaktivedanta Swami conseguiu
realizar durante esse breve período, tendo começado do nada e com
uma idade em que a maioria das pessoas está pronta para aposentar-se?
A lista de realizações é surpreendente sob todos os pontos de vista.
Em suma, entre 1965 e 1977, Sua Divina Graça A. C.
Bhaktivedanta Swami, ou Srila Prabhupada, como seus seguidores
carinhosamente passaram a chamá-lo, propagou os ensinamentos da
consciência de Krishna em todas as principais cidades do mundo e
formou um a sociedade internacional constituída de milhares de
membros dedicados. Estabeleceu cento e oito templos, com
propriedades magníficas espalhadas pelos seis continentes, e
circulou o globo doze vezes para orientar pessoalmente os
participantes de sua expansiva missão.
Como se isso já não bastasse para alguém com aquela idade, Srila
Prabhupada também traduziu, escreveu e publicou cinquenta e um
volumes de livros em vinte e oito línguas diferentes, com dezenas de
milhões deles distribuídos em todo o mundo. Proferiu milhares de
palestras, escreveu milhares de cartas e participou de milhares de
conversações não só com admiradores, mas também com críticos. E
ganhou a estima de centenas de preeminentes acadêmicos e figuras
sociais, que tinham genuíno apreço por suas contribuições para o bem
da religião, da filosofia e da cultura.
A assombrosa história de como Srila Prabhupada atingiu semelhante
resultado maravilhoso em apenas doze anos está muito além do
objetivo desse site. Mas a seguir você poderá ter um vislumbre de
seus notáveis ensinamentos e conquistas.
Sua Sociedade
Após chegar à cidade de Nova Iorque, em setembro de
1965, Srila
Prabhupada lutou sozinho durante um ano inteiro para estabelecer seu
movimento para consciência de Deus. Levava uma vida simples,
palestrava sempre e onde quer que surgisse a oportunidade e, aos
poucos, começou a atrair alguns simpatizantes a seus ensinamentos.
Em julho de 1966, embora ainda trabalhasse sozinho numa modesta
lojinha no bairro Lower East Side da cidade de Nova Iorque, Srila
Prabhupada fundou uma sociedade espiritual aberta para participação
mundial.
Ele a chamou de Sociedade
Internacional para Consciência de Krishna. - ISKCON.
A época da incorporação, Srila Prabhupada não tinha sequer um
seguidor vinculado. Nem por isso intimidado, ele recrutou
voluntários dentre o pequeno grupo de frequentadores de suas
palestras noturnas para atuar como os primeiros curadores da ISKCON.
Hoje, a Sociedade Internacional para Consciência de Krishna abrange
mais de trezentos templos, fazendas, escolas e projetos especiais em
todo mundo e mantém uma congregação mundial com milhões de adeptos.
O propósito da ISKCON
A consciência de Krishna é mais do que outra mera fé
sectária. É uma ciência técnica de valores espirituais plenamente
descrita na literatura milenar da Índia. A meta do movimento da
consciência de Krishna é informar o mundo inteiro sobre os
princípios universais da compreensão acerca de Deus para que todos
possam colher o sublimes benefícios do entendimento, paz e unidade
espirituais.
Os Vedas recomendam que na era atual o meio mais eficaz para lograr
auto- realização consiste em sempre ouvir sobre o muito bondoso
Senhor Supremo, que é conhecido por muitos nomes, bem como a Ele
glorificar e lembrar. Um desses nomes é "Krishna", que significa "aquele
que é todo-atrativo"; outro é "Rama", que quer dizer, "o
reservatório de todo prazer" e "Hare" que indica a inconcebível
energia do Senhor.
Seguindo essa recomendação védica, os membros da ISKCON são sempre
vistos cantando Hare Krishna, Hare Krishna, Krishna Krishna, Hare
Hare/ Hare Rama, Hare Rama, Rama Rama, Hare Hare. Esse sublime canto
coloca o praticante em contato direto com o Senhor Supremo por meio
da vibração sonora de Seus santos nomes e pouco a pouco desperta sua
relação original com Deus.
A missão prioritária da ISKCON é, portanto, animar todos os membros
da sociedade humana a devotar, ao menos, parte de seu tempo e
energias a este processo de ouvir sobre Deus e glorificá-lO. Desse
modo, eles chegarão a compreender que todos os seres vivos são almas
espirituais, eternamente relacionados com o Senhor Supremo em
serviço e amor.
Distribuição de Alimento
Espiritual
Além de
ensinar o conhecimento védico e difundir o cantar dos santos nomes
do Senhor, a ISKCON também distribui gratuitamente alimento
espiritual no mundo todo. Assim como a filosofia e o canto, a comida
vegetariana que primeiro foi oferecida ao Senhor Supremo purifica o
coração e a mente. Ajuda no processo de revelar a original
consciência de Deus inerente ao homem. A distribuição de alimento
espiritualizado feita pela ISKCON, através de seu programa conhecido
internacionalmente como "Alimentos Para Vida" é, portanto, benéfica
para o corpo e também para a alma de todo aquele que o saboreia.
Seus Ensinamentos
De todas as suas diversas contribuições, Srila
Prabhupada considerava seus livros a mais importante. De fato, ele
costumava descrever seu trabalho de tradução e comentário dos
antigos textos védicos como sua própria vida e alma. Em 1970, Srila
Prabhupada fundou a Bhaktivedanta Book Trust, atualmente a maior
editora mundial de literatura védica. Mediante seu trabalho nestas
últimas décadas do século, milhões de pessoas têm lido pelo menos um
dos livros de Srila Prabhupada e sentido suas vidas genuinamente
enriquecidas. Em seguida, apresenta-se uma breve introdução ao
conhecimento espiritual que você encontrará nesses livros.
O livros de Srila Prabhupada
acentuam a importância da forma da vida humana
Há muitas formas de vida neste planeta.
A lgumas são imóveis, como árvores e plantas, e outras pertencem à
espécie dos seres aquáticos, insetos, aves, feras ou mamíferos. A
forma humana também é apenas uma dessas variadas formas de vida.
Ainda assim, mesmo um observador casual teria de concordar que os
seres humanos são dotados de faculdades singulares que os distinguem
de todas as outras espécies. Quais são exatamente essas faculdades
singulares?
Para começar a responder a essa pergunta pode-se propor uma outra.
Qual a diferença entre o ser vivo e o morto? A resposta é a
consciência. Todas as entidades vivas exibem um sintoma de
consciência em maior ou menor grau. É por isso que são chamadas de
vivas, e não de mortas. Mesmo o germe microscópico ou a planta
caseira mostram sinais de consciência, ao passo que a mesa e
cadeiras não.
É evidente também que diferentes formas de vida apresentam
diferentes níveis e graus de consciência, e a forma humana
representa o desenvolvimento máximo de consciência até agora
conhecida. Logo, é esse desenvolvimento superior de consciência que
distingue o homem de todos os outros seres vivos do planeta.
Mas o que torna a consciência do homem tão distinta daquela do
inseto, da ave, da fera ou mesmo do macaco? Essas criaturas comem e
o homem também come; elas dormem e o homem também dorme; elas se
reproduzem e o homem também se reproduz; elas se defendem e o homem
também se defende. O fato de o homem poder realizar essas funções
com maior sofisticação talvez seja um indício de que ele possui
consciência mais elevada, mas não explica inteiramente sua
superioridade sobre todas as outras formas de vida.
Uma explicação mais satisfatória encontra-se em sua capacidade de
indagar e refletir sobre si mesmo e sobre a existência de Deus. Ele
pode criar linguagens, ponderar o significado da vida e tentar
desvendar o mistério que há por trás do céu estrelado. Tal dom não
se acha em nenhum outro ser.
Os Vedas, portanto, aconselham que nesta forma de vida humana a
pessoa deve inquirir que ela é, que é o Universo, quem é Deus, e
qual a relação entre eles.
Deve-se indagar acerca do solução para os problemas fundamentais da
vida, a saber: nascimento, morte, velhice e doença. Cães e gatos não
podem responder a essas perguntas, mas elas devem surgir no coração
de um verdadeiro ser humano.
Os livros de Srila Prabhupada
revelam o conhecimento perfeito dos Vedas
Caso se aceite a
importância desse tipo de indagação, a próxima consideração será
naturalmente onde encontrar respostas autorizadas a tais perguntas.
É óbvio que se o conhecimento perfeito a respeito do eu, do Universo
e de Deus sequer existe, ele teria de enquadrar-se num patamar
superior ao de um ser humano comum, seja ele até mesmo Einstein,
Freud, ou outro cientista qualquer.
Porque todo homem tem sentidos imperfeitos e está sujeito a cometer
erros, suas opiniões relativas sobre assuntos além de sua
experiência não podem fornecer informação válida nem confiável.
Assim, a tentativa empírica de abordar tais assuntos será repleta de
imperfeições e resultará em fracasso. Portanto, pseudoverdades
estabelecidas exclusivamente em base de especulação mental não podem
ajudar ninguém a entender a Verdade Absoluta, que se encontra além
dos sentidos e da mente imperfeitos.
Segundo os Vedas, caso alguém queira conhecer algo além da
jurisdição de sua experiência - além das limitações da percepção e
cognição humana - o processo baseia-se em ouvir de alguém que
conhece. Foi o próprio Senhor Supremo quem primeiro proferiu o
conhecimento transcendental dos Vedas.
O Senhor, o mais poderoso de todos os seres, não se pode deixar
influenciar por nenhuma outra força. Como conseqüência lógica, Seu
conhecimento deve ser perfeito. E qualquer um que transmita esse
conhecimento sem alteração dá o mesmo conhecimento perfeito. Basta
que se aceite essa proposição teoricamente para progredir na
compreensão acerca do pensamento védico.
A idéia é que o conhecimento perfeito dos Vedas foi preservado no
tempo mediante a cadeia ininterrupta de sucessão discipular. Srila
Prabhupada representa uma de tais correntes discipulares. Essa
sucessão remonta à época do próprio Senhor Krishna, há milhares de
anos. Por isso, o conhecimento encontrado nos livros de Srila
Prabhupada não é diferente daquele que foi originalmente transmitido
pelo Senhor Supremo. Srila Prabhupada não forjou "verdades". Ele
apenas entregou os ensinamentos intemporais dos Vedas originais sem
adição, supressão ou mudança.
Os escritos de Srila Prabhupada são representados sobretudo por três
clássicos védicos - Bhagavad-gita, Srimad Bhagavatam e
Chaitanya-caritamrta. Juntas, essas obras literárias formam 27
volumes de informação detalhada, que constitui a ciência védica
original sobre a realização acerca de Deus. Sua tradução,
acompanhada de elaboradas explicações, representa a contribuição
mais significativa de Srila Prabhupada para a vida espiritual,
intelectual e cultural do mundo.
Os livros de Srila Prabhupada apresentam a ciência universal do
conhecimento sobre Deus.
Podem-se resumir os ensinamentos védicos apresentados nos livros de
Srila Prabhupada em três temas gerais, conhecidos em sânscrito como
sambandha, abhidheya, e prayojana. Sambandha significa a relação do
homem com Deus; abhideya, agir de acordo com essa relação; e
prayojana, a meta ou perfeição última. Estas três divisões de
entendimento representam princípios universais comuns a todas as
doutrinas religiosas do mundo.
O conhecimento expresso nos livros de Srila Prabhupada capacita
qualquer um a avançar na compreensão acerca de Deus sem ter de mudar
sua atual afiliação religiosa, nacional ou cultural. A ciência de
como conhecer Deus, como entender o relacionamento com Deus e como
desenvolver amor por Deus nada tem a ver com designações sectárias,
tais como: cristão, hindu, ou judeu. Esses são objetivos que nenhuma
religião no mundo pode negar. São, em outras palavras, a essência da
religião - características universais pelas quais se podem avaliar
todas as religiões.
Preferências sobre o santo nome de Deus podem mudar de religião para
religião, modos de adoração podem diferir, e detalhes ritualísticos
e doutrinários podem variar também. Mas o teste é o quanto o
praticante realmente desenvolve conhecimento sobre Deus e amor por
Ele. Verdadeira religião significa aprender a amar a Deus. E como
amar a Deus é a substância dos ensinamentos encontrados nos livros
de Srila Prabhupada.
Os livros de
Srila Prabhupada explicam a diferença entre o eu e o corpo
Sem exceção, todos
fenômenos materiais têm um
começo e um fim. Uma idéia muito
proeminente da cultura moderna é que a consciência é um de tais
fenômenos. Por conseguinte acredita-se que a consciência (ou o eu)
também se acaba com a morte do corpo material. Esse ponto de vista,
contudo, permanece apenas uma suposição. Nunca foi provado por
qualquer observação ou experiência científicas.
Entretanto, a idéia de que o eu termina com o corpo permanece um dos
grandes estatutos de fé do pensamento materialista moderno, e a
maioria das pessoas são educadas desde a infância a pensar em função
de tais crenças. Poucos são aqueles que refletiram nas implicações
filosóficas desse tipo de pensamento, que inconscientemente leva a
estilos de vida niilista e impersonalista.
O mais básico dos ensinamentos védicos opõe-se radicalmente ao
moderno ponto de vista científico sobre a consciência e a vida.
Conforme aquele ensinamento, a consciência individual não é
dependente em absoluto de funções neurobiológicas, senão que existe
para sempre como realidade independente.
A presença dentro do corpo material de um observador consciente que
atravessa todos os diferentes estados corpóreos e mentais mutáveis
indica a existência de duas energias - a energia espiritual (representada
pelo eu consciente) e a energia material (representada pelo corpo
temporário). Os Vedas explicam que a energia espiritual, cujo
sintoma é a consciência, continua a existir mesmo após o término do
corpo material.
Se cada indivíduo é uma alma eterna coberta apenas por diferentes
vestimentas corpóreas transitórias, conclui-se racionalmente que a
atividade beneficente suprema para toda a sociedade humana é aquela
que pode despertar no homem sua verdadeira identidade espiritual e
seu adormecido relacionamento com Deus. Essa atividade chama-se
consciência de Krishna.
Assim como não há glória nem proveito em salvar a roupa de um homem
que está afogando-se, não há glória nem proveito em esforços
humanitários que visam exclusivamente a criar condições melhores
para o corpo material temporário, que, em última análise, está
fadado a envelhecer, adoecer e morrer.
Como Srila Prabhupada mesmo observa no Srimad-Bhagavatam: "O
verdadeiro eu está além do corpo grosseiro e da mente sutil. Ele é o
princípio ativo potente do corpo e da mente. Sem conhecer a
necessidade da alma adormecida, ninguém pode ser feliz simplesmente
com o desfrute físico e mental... As necessidades da alma espiritual
é que têm de ser satisfeitas. Quem só limpa a gaiola do pássaro, não
satisfaz o pássaro...
"Há uma afeição adormecida por Deus dentro de cada um... Portanto,
todos devem dedicar-se a atividades que evoquem a consciência divina.
Isso só é possível por intermédio do processo de ouvir e cantar as
atividades do Senhor Supremo. Por isso, qualquer ocupação que não
ajude a pessoa a se apegar a ouvir e cantar a mensagem
transcendental de Deus é considerada mera perda de tempo."
Seus Templos
Como já se
mencionou, a ISKCON atualmente tem mais de trezentos templos,
fazendas, escolas e projetos especiais mundo afora. Em cada templo,
os devotos diariamente dão aulas, cantam e oferecem instrução
individual sobre a ciência da consciência de Krishna. Uma vez por
semana, os centros promovem um festival com refeição vegetariana e,
em certas datas festivas do ano, realizam grandes eventos. Todos os
programas são abertos ao público.
Conheça outros templos
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